MIKÁ PENHA
Mentora
MIKÁ PENHA https://www.facebook.com/mika.penha
MP EDIÇÕES https://www.facebook.com/mp.mikapenha/
MP EDIÇÕES, só faz Edições de Autor ...
BIOGRAFIA
Maria Clara da Silva Penha, portuguesa, nascida no Cadaval, em 05 Janeiro de 1961,
Moradora em: Barreiras, Freguesia do Peral, Concelho Cadaval.
Funcionária Pública no Ministério da Saúde ARSLVT, presentemente ACES OESTE SUL.
Dedicou sua vida à sua profissão e a seus dois filhos, viveu 44 anos em Lisboa.
Vindo a revelar e a explorar seus dons, tanto na pintura como na escrita passando pelo artesanato, onde tem sua marca “Chez Miká”.
Pintora autodidacta, com várias exposições pessoais efectuadas, na ARS de Lisboa, na Câmara de Loures, nas Caldas da Rainha (Spazio), no Museu Municipal do Bombarral, em Torres Vedras/Paúl, na Biblioteca do Cadaval, nas Barreiras e no Peral.
Curriculum literário:
Autora
de 6 livros editados
“Amor de Verão” - 2014
“Intimista” - 2014
"Pó da Lua" - 2016
"Princesinha" - 2017
"Sensações" - 2017
"Plectro" - 2018
Mentora e administradora do grupo
Funcionária Pública no Ministério da Saúde ARSLVT, presentemente ACES OESTE SUL.
Dedicou sua vida à sua profissão e a seus dois filhos, viveu 44 anos em Lisboa.
Vindo a revelar e a explorar seus dons, tanto na pintura como na escrita passando pelo artesanato, onde tem sua marca “Chez Miká”.
Pintora autodidacta, com várias exposições pessoais efectuadas, na ARS de Lisboa, na Câmara de Loures, nas Caldas da Rainha (Spazio), no Museu Municipal do Bombarral, em Torres Vedras/Paúl, na Biblioteca do Cadaval, nas Barreiras e no Peral.
Curriculum literário:
Autora
de 6 livros editados
“Amor de Verão” - 2014
“Intimista” - 2014
"Pó da Lua" - 2016
"Princesinha" - 2017
"Sensações" - 2017
"Plectro" - 2018
Participou em várias Antologias e Coletâneas de outras editoras e suas.
A autora recusa-se a escrever segundo o novo Acordo Ortográfico de 1990.
LLO - Letras da Lagoa de Óbidos e suas antologias,
“Letras da Lagoa de Óbidos”, “Livro Solidário”, “A Lagoa de Óbidos, o Mar, e Eu”,
“Retrato de Mim”, “De Mim para Ti”, "Oh! Minha terra onde eu nasci...",
"Quando eu era pequenino..."

Sou a simplicidade no amor
A calma depois do trovão
Sou como a água sem sabor...
Dentro do meu coração
Sou o rufar do tambor
O deitar sem a oração
Sou a manhã no seu alvor
E sempre em superação
Sou a arte de saber envelhecer
Sou o dia depois da orvalhada
Dum simples amanhecer
Sou a mulher que foi talhada
E que sabe reconhecer
Que p'ra sempre encalhada.

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"Quando eu era pequenino..."
Mentora e administradora do grupo
Pérolas da Costa de Prata e suas antologias,
" Pérolas de Poesia" - I antologia
" Pérolas de Poesia" - I antologia
Eu sou...
(contra-capa)
(contra-capa)
Sou a simplicidade no amor
A calma depois do trovão
Sou como a água sem sabor...
Dentro do meu coração
Sou o rufar do tambor
O deitar sem a oração
Sou a manhã no seu alvor
E sempre em superação
Sou a arte de saber envelhecer
Sou o dia depois da orvalhada
Dum simples amanhecer
Sou a mulher que foi talhada
E que sabe reconhecer
Que p'ra sempre encalhada.
Miká Penha
Poesia é poesia
Sonetos tem o nome de sonetos, sextilhas já também
tem nome chama-se sextilhas, quadras também tem nome, prosa também tem e POESIA? Porque teimam
em comparar poesia com isso tudo... POESIA É POESIA, é sentimento
nas palavras, amor e paixão, poesia é o complemento dos nossos cinco sentidos,
todos os sentidos juntos vão dar à poesia, a poesia nos eleva a um outro
patamar, nos acaricia em cada palavra que escrevemos.
A poesia é tudo o que queremos descrever em palavras
o que o que trazemos no nosso coração, a poesia são os nossos sentimentos, não
interessa quantas sílabas tem, nem quantas palavras ou linhas, a poesia é o
coração na ponta da nossa caneta.
Sejam livres ao escrever poesia, deixem os nomes técnicos
para trás, ou até acordos ortográficos, eu escrevo como aprendi, como sinto,
como vejo, como apalpo, como oiço, como degusto, eu anseio pelas palavras na
caneta como a tinta no pincel nas telas que pintos, ou nos livros que escrevo,
é o coração que fala mais alto, com equidade e justiça, com raciocínio e
compreensão, onde o bom senso que pauto minha vida seja o argumento para me
sentir feliz, justificando assim os conceitos dos meus ideais.
Aceito todas as opiniões sobre a poesia, quem sou eu
para modificar opiniões e ideias, sou quem sou e nada sou, é um conceito
abismal, pois sou alguém que está a dar opinião sobre um tema que me incendeia
e rejuvenesce.
A poesia é como uma montanha que se sobe por etapas,
e nem só os que dizem "saber escrever" ou os "sr.s da
razão" me vem ensinar como escrever "minha poesia”, pois como a
palavra "minha" indica, sou eu que a transformo em algo que fala de
mim e por mim, por isso me designam de "Poeta Intimista", é de mim
que falo, não generalizo, não falo dos temas da atualidade, falo simplesmente
sobre meus anseios, tristezas ou felicidades.
Não só os best-sellers são bons livros, não só quem
ganha prémios são os melhores escritores ou poetas, não só os doutores ou
professores tem a primazia da poesia, raramente leio um livro famoso, mais
rapidamente me predisponho a ler um livro que não passou na TV, nem na
publicidade enganosa, pois isso de ir à televisão falar do seu livro é mais um
engano como muitas editoras famosas, que nem o seu trabalho contratual fazem,
levando ao engano muitos autores da raia miúda, pois é com esses que eles
ganham, pois vão ao engano de fazer seus primeiros livro de poesia ou escrita e
depois pecam por prometerem o que não fazem e lá ficam os autores com um monte
de livros no sótão para as próximas gerações.
Cada um tem seu modo de escrever e eu respeito,
acima de tudo sei ainda o que é respeito pelo próximo, pelo seu trabalho e por
isso sei ler qualquer um escritor ou poeta.
Um calceteiro a trabalhar com pedra, pode ser um
grande poeta, um ferreiro, ou agricultor pode ser o meu professor, vejam em
cada palavra o sentimento do autor, até os que escrevem poesia sensual às vezes
são criticados, a sensualidade está também dentro de cada um de nós, se alguém
quer escrever sobre esse sentir, porque não o fazer?
Mas sensualidade não é sexualidade e alguns poetas
pecam por essa razão na sua exposição mediática e controversa, mas até essa
poesia eu entendo, apesar de não ser do meu agrado.
Deixem a poesia fluir em cada coração, não
critiquem, mas compreendam-na, e isso sim é ser-se inteligente.
Dedicatória
“Para
ti amiga MIKÁ, esperança e
coragem”
Poema
de António Belo
Que não chorem as palavras
Sentado na
secretária ia rascunhando um poema
Um daqueles
poemas simples que costumo fazer
Em palavras
fáceis que assumo ser meu lema
Com que retrato
o meu sentir e o meu viver.
E numa pausa
aproveitei para consultar o” face”
Gosto de ver o
que os amigos vão publicando
Deparei com um
relato que escreveste
Sobre o triste
momento porque estás passando.
Fiquei confuso
por ter lido apressado
Voltei atrás
para melhor entender
Passei de
confuso a chocado
Com a gravidade
do que te está a acontecer.
Peguei no
telefone para falar contigo
Demoraste um
pouco para atender
Viste por fim
que se tratava de um amigo
E logo, logo te
ouvi a responder.
Olá Belo, como
estás?
Naquele jeito
afável que costumas dizer
Mas eu atento e
um tanto sagaz
Na tua voz ouvi
um estremecer.
Procuraste ser
forte e disfarçar
Quanto estás a
sofrer com a situação
Mas há mágoas
que não podes guardar
Porque do ser
que és querem destruir a razão.
Confortei-te com
as palavras que de momento
A minha mente
libertou para te ajudar
Se foram fracas
para sedar teu sofrimento
Eu prometo que
vou outras inventar.
Enquanto há vida
há esperança
Na tua fé pede a
Deus para te ajudar
Que te traga
novos tempos de bonança
Para teus sonhos
poderes concretizar.
E aqui deixo
escrito meu voto sincero
Que o mal se vá
e possas melhorar
Que estas
palavras não se tornem em desespero
Porque os meus
olhos não as querem ver chorar.
António Belo
01.06.2016
"SENSAÇÕES" - 2017 DE MIKÁ PENHA
DEDICATÓRIA
Herculano dos Santos Penha
Nascido a 28 Setembro de 1938
(03 Outubro de 1936) e falecido a 1 Fevereiro de 2015
Dedico este livro ao meu Pai,
Herculano dos Santos Penha, que me deu muito amor e carinho pela vida fora,
nunca me prejudicando e me amando.
Sentimentos muito fortes, valores
interiores, um pai que todos deveriam ter tido, sem vícios, lutando pela vida e
pelo futuro, sempre manteve a família bem direccionada, atingindo sempre seus
fins.
Obrigado Pai por me teres amado tanto.
Tua filha que sempre te amará e nunca te esquecerá. CLARINHA
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AGRADECIMENTOS
Agradeço às minhas primas Fernanda Matias e Olívia Penha, que
não me desampararam no funeral do meu pai, ajudando-me a atravessar esta
mudança drástica na minha vida.
Agradeço à Isabel Cipriano Ferreira, Lurdes Rodrigues,
Julieta e José Martins, Saúl Penha, Mª José Tavares e Manuela Santos, amigos
que nunca me desampararam neste triste dia.
Também agradeço a toda a família e amigos que compareceram
nesta hora difícil.
Obrigado a
todos
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PREFÁCIO DO LIVRO
Maria Clara da Silva Penha, nasceu no ano sessenta e um, no
coração do oeste, mais propriamente, na vila do Cadaval.
Mas, a sua terra originária designada de Barreiras, é uma
aldeia inserida, no referido concelho, na freguesia do Peral, onde viveu até
aos quatro anos de idade.
Foi com essa idade que partiu da sua terra e foi viver para
Lisboa, com os seus pais, indo estes em busca de melhores condições de vida,
sendo a primeira filha, das quatro filhas do casal.
Na capital, decorreu o seu percurso de vida: concluiu o
liceu, trabalhou... lutou... namorou e casou com um ribatejano; teve dois
filhos e progrediu profissionalmente, tendo ingressado na função pública aos 20
anos.
Apesar da sua vivência citadina, o apelo à sua terra do
coração as “Barreiras”, foi sempre muito forte, regressando aos fins-de-semana
e nas férias de verão, na época balnear eram realizadas deslocações diárias, em
família, à praia de eleição na Lagoa de Óbidos na Foz do Arelho, este ritual
foi perpetuado de geração em geração... desde a sua infância, à infância dos
seus filhos e agora neto.
A cidade, o campo e o mar estiveram sempre presentes, nas
suas vivências...
Mas, a aldeia das Barreiras, pacata, tranquila e bucólica,
onde impera uma paisagem campestre - de arvoredo, vinhas e pomares; é fonte de
inspiração...
Este ambiente natural encontra-se impregnado nos seus
trabalhos de pintura, manifestando-se na escrita dos seus poemas, onde
transparecem sentimentos muito pessoais e genuínos... saudade... amor!... sendo
uma poetisa “Intimista”.
A sua sensibilidade e criatividade alargam-se a outras
áreas, tornando-a numa artesã de mãos de ouro!...
Recentemente, o apelo à sua terra amada imperou, no seu coração,
e regressou!...
A nossa amizade familiar perdura, desde os nossos antepassados,
fortalecendo laços dia a dia... tornando-nos grandes amigas e partilhando o
amor pela nossa aldeia, uma paixão que nos acompanha desde sempre...
Com amizade e admiração!...
Isabel Cipriano Ferreira
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Ficha Técnica
Título: “Sensações”
Autor: Miká
Penha
Capa Designer: Miká
Penha
Imagens: Google
Editora: MP Edições
Edição: 2017
|
ISBN: 978-989-691-682-4
"PRINCESINHA" - 2017 DE MIKÁ PENHA
DEDICATÓRIA
Dedico este livro a todos os “Amores de
Verão”, que nos fizeram amar e depois nos fizeram sofrer.
Aos amores que deviam ser enterrados no
fim do Verão na areia da praia e esquecidos, mas que na nossa cabeça e no nosso
coração continuaram a viver, querendo fazer desses amores, “Amores de Inverno”.
Dedico este livro a todas as mulheres que sonham com um príncipe, que
nos acalentam nas noites mal dormidas, fazendo sonhar e levando-nos ao mundo da
fantasia
Ficha
Técnica
Título:
Princesinha
Autor: Miká Penha
Capa: Miká
Penha
Editora: MP
Edições
Edição: 2017
ISBN:978-989-691-681-7
DL:433584/17
"PÓ DA LUA" 2016 DE MIKÁ PENHA
PREFÁCIO DO LIVRO
Quando fui
convidado para escrever de um dia para o outro o prefácio do livro poético “Pó de Lua”, de autoria da minha
estimada amiga Miká Penha, admito que sorri.
Não pelo curto espaço de tempo para o escrever mas por achar extremamente fácil fazê-lo.
Afinal, escrever sobre esta poetisa é um exercício não só de facilidade mas, sobretudo, de estima e grande consideração.
Não pelo curto espaço de tempo para o escrever mas por achar extremamente fácil fazê-lo.
Afinal, escrever sobre esta poetisa é um exercício não só de facilidade mas, sobretudo, de estima e grande consideração.
Digo
facilidade porque escrever sobre toda a sua obra, e essencialmente sobre o
livro que o estimado leitor tem entre mãos, é o mesmo que nos sentirmos
perfeitamente vivos e longe do estendal das coisas abomináveis que diariamente
registamos por este mundo fora.
Na verdade, a poesia de Miká Penha faz-nos reflectir e colocar-nos em frente dos nossos limites.
E, com isto, ficarmos mais humildes e mais lúcidos. Haverá coisa melhor na vida?
Na verdade, a poesia de Miká Penha faz-nos reflectir e colocar-nos em frente dos nossos limites.
E, com isto, ficarmos mais humildes e mais lúcidos. Haverá coisa melhor na vida?
Ao folhear os
seus livros de poesia fico com a convicção de que deveria ser obrigatório lê-la
à cabeceira da cama todas as santas noites.
O seu mais recente “Pó de Lua” não foge à regra. Talvez porque é todo ele escrito de uma poesia vibrante que nos atinge em cheio.
Confesso com enorme pitada de vaidade, ler cada poema é de uma frescura e emoções vitais para o nosso coração.
Lembra a ternura com que acariciamos a cabeça dos nossos filhos, cheio de versos que nos obrigam a apurar os cinco sentidos para não perdermos nada.
É como se inalássemos o perfume de uvas maduras ou o cheiro a uma apetitosa sopa que não deixamos arrefecer.
E então, temos a rara alegria de, pelo instante de lermos tantos e tão lindos poemas de amor, vivermos a nossa misteriosa existência de uma forma mais feliz.
Acredite, caro leitor, a poesia com a qual somos presenteados neste novo exemplar limpa-nos habilidosamente todas as impurezas e ambiguidades porque toda ela é cheia de tonalidades íntimas e ricas, de emoções profundas e duradouras.
O seu mais recente “Pó de Lua” não foge à regra. Talvez porque é todo ele escrito de uma poesia vibrante que nos atinge em cheio.
Confesso com enorme pitada de vaidade, ler cada poema é de uma frescura e emoções vitais para o nosso coração.
Lembra a ternura com que acariciamos a cabeça dos nossos filhos, cheio de versos que nos obrigam a apurar os cinco sentidos para não perdermos nada.
É como se inalássemos o perfume de uvas maduras ou o cheiro a uma apetitosa sopa que não deixamos arrefecer.
E então, temos a rara alegria de, pelo instante de lermos tantos e tão lindos poemas de amor, vivermos a nossa misteriosa existência de uma forma mais feliz.
Acredite, caro leitor, a poesia com a qual somos presenteados neste novo exemplar limpa-nos habilidosamente todas as impurezas e ambiguidades porque toda ela é cheia de tonalidades íntimas e ricas, de emoções profundas e duradouras.
Tal como a sua
autora, este “Pó de Lua” é alheio a
fórmulas.
Responde à verdade de si mesmo, sem medos e sem pudores.
Porque Miká Penha não faz parte daqueles bem-educados poetas que podem enganar o mundo com as suas poesias de meias verdades.
Não, ela não engana a Deus quanto menos aos seus leitores.
E mesmo quando muitos dizem que a poesia é uma paixão inútil, a autora mostra-nos o contrário.
Para tal, oferece-nos esta belíssima obra para que possamos vivê-la e saibamos escolher o nosso caminho por nós mesmos, não por ninguém.
Responde à verdade de si mesmo, sem medos e sem pudores.
Porque Miká Penha não faz parte daqueles bem-educados poetas que podem enganar o mundo com as suas poesias de meias verdades.
Não, ela não engana a Deus quanto menos aos seus leitores.
E mesmo quando muitos dizem que a poesia é uma paixão inútil, a autora mostra-nos o contrário.
Para tal, oferece-nos esta belíssima obra para que possamos vivê-la e saibamos escolher o nosso caminho por nós mesmos, não por ninguém.
“Pó de Lua” faz o leitor ver a vida em
todas as vertentes e o amor em todas as suas implicações.
De um ponto de vista sensível e racional e, até nesta mesma dualidade e duplicidade, não deixa passar nada do que devemos sentir.
É que Miká Penha verifica, confronta semelhanças e diferenças entre todos nós, vê de perto e de longe, perscruta, olha de relance, trespassa-nos com a sua sensibilidade e faz-nos sentir vivos.
E isto, caro leitor, é POESIA porque é escrita como certificado da verdade.
De um ponto de vista sensível e racional e, até nesta mesma dualidade e duplicidade, não deixa passar nada do que devemos sentir.
É que Miká Penha verifica, confronta semelhanças e diferenças entre todos nós, vê de perto e de longe, perscruta, olha de relance, trespassa-nos com a sua sensibilidade e faz-nos sentir vivos.
E isto, caro leitor, é POESIA porque é escrita como certificado da verdade.
O que podemos
ler nesta obra poética é de uma índole extremamente sensível, uma forma de
olhar o mundo e o amor desde o primeiro instante.
Os versos que nos banham são de uma exactidão absoluta que retratam nada menos do que a sua forma de ver o melhor de nós.
Esse é o fundamento da poesia e, como tal, ler “Pó de Lua” é absorver uma inspiração subtil, serena, eminentemente civilizada e franca, pois que nada do que lemos se trata de um mero acaso feliz mas antes a afinada sensibilidade capaz de nos acordar harmonias esquecidas no coração. E na alma.
A mesma que a autora sempre nos oferece. Verso a verso. Livro a livro. Daqui até à Lua, mesmo que diluída em pó, de poema em poema.
Os versos que nos banham são de uma exactidão absoluta que retratam nada menos do que a sua forma de ver o melhor de nós.
Esse é o fundamento da poesia e, como tal, ler “Pó de Lua” é absorver uma inspiração subtil, serena, eminentemente civilizada e franca, pois que nada do que lemos se trata de um mero acaso feliz mas antes a afinada sensibilidade capaz de nos acordar harmonias esquecidas no coração. E na alma.
A mesma que a autora sempre nos oferece. Verso a verso. Livro a livro. Daqui até à Lua, mesmo que diluída em pó, de poema em poema.
João Paulo Bernardino Escritor/Poeta
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Pó da
Lua
É um
livro de poesia
Onde
eu renasço cada vez que a vós me confesso
Onde
eu expurgo as minhas tristezas
Onde
eu estendo meus sentimentos
Onde
eu assumo meus desgostos
Onde
eu não me escondo de vós
E
desabafo convosco leitores.
DEDICATÓRIA
Dedico
este livro à minha filha Rita Pereira,
que
viva a vida com amor e que seja muito feliz,
e que
tenha sempre seu filho Leonardo ao lado dela,
como
eu a tenho a ela.
Para ti minha filha
Rita Alexandra
A vida é feita de infortúnios
Mas estaremos sempre juntas
Nada é passado
Mas sim futuro
E esse nos reservará
A surpresa do que será
Nada deveríamos esperar
E tudo esperaremos
Nada deveríamos querer
E tudo quereremos
Nada deveríamos ver
E um dia veremos
Mas gostava que te completasses
Que descobrisses teu dom
Não o de cantar,
Que esse não quiseste receber
Não o de pintar,
Que esse também não tens,
Mas sim o de escrever
Esse gostaria que descobrisses novamente
Lembraste das composições nas aulas
Na escolinha em português eras a melhor
Onde está essa Rita?
Escondeste-a porquê?
Vêm, a vida é feita de altos e baixos
Descalça os chinelos
Levanta o queixo
Calça salto alto
E eleva-te...
As Palavras tem esse Dom,
Vem descobri-las novamente.
Miká Penha
Ficha Técnica
D.L.:
ISBN:
Título: “Pó da Lua”
Autor: Miká
Penha
Designer: Miká Penha
Editora: MP Edições
Edição:
2016
Dedicatórias
Dedico este livro a meu filho Tito Penha e à minha filha Rita Penha,
que com todo o vosso amor deram-me forças para ser o que sou hoje, sensível mas
corajosa.
À minha avó Mª Graça Matias, uma Malteza, foi ela que me alcunhou de
Miká, uma mulher que sempre amei muito, que era o meu ídolo.
À
minha madrinha Maria da Luz Penha. Parrilha que muito a amo, mas que se esqueceu disso.
Agradecimentos
Agradeço à Célia Cipriano e Isabel Cipriano, toda a força que me
deram desde sempre, e no nascimento dos meus filhos sempre a meu lado, nos
desabafos, tristezas e nas alegrias com os seus sábios conselhos e sua amizade.
À Lurdes Rodrigues e Fátima Vicente que estão no meu coração, dando
me forças no dia-a-dia e que me enaltecem em todos os momentos.
À poetisa Helena Nogueira, minha amiga e que me incentivou a fazer
este livro.
Testemunhos
Clara
Como vou dizer o que sinto, quase nem sei.
Para mim, és como uma colega que me trata de igual para igual,
representas o papel de amiga, confidente e tenho muita confiança em ti.
Vejo-te tratar os utentes sem preferências, com educação e simpatia
e isso é louvável na função pública.
Estás para mim, como eu estou para ti, pois todos os dias passamos muito
tempo juntas, e a confiança que se gerou entre nós é de uma grande amizade.
Fátima Vicente
Miká
Falar de ti, não é tarefa fácil, pela mulher que és, sempre
criativa, sempre a fazer coisas novas desde o artesanato a pintura, agora
também os poemas.
És uma lutadora nata, sempre pronta a enfrentar novos desafios,
novas batalhas.
És um exemplo de mulher moderna, apesar de ser uma menina mulher.
Que Deus te dê muito sucesso pois bem o mereces.
Estou sempre contigo, amiga do coração.
Tu além de lutadora és uma vencedora.
Lurdes Rodrigues
Prefácio do Livro "Intimista"
Clara Penha, para os amigos
Miká.
É um espírito multifacetado
sempre em busca da execução pela realidade.
Amante da verdade prefere
utilizar as palavras que melhor definem o seu sentir, mesmo que fujam à
perfeição literária.
Em todos os momentos da sua
vida está ligada à execução tanto no artesanato, como entrando no mundo da
pintura, onde mais uma vez tenta mostrar o que lhe parece exato.
Como diz o título deste livro,
sua poesia é intimista e mostra vivências sem máscara nem polimento que afastem
as arestas reais da vida.
Escrever cada peça, aqui
presente, foi como fazer confissões e abrir todo o seu ser numa reciclagem
psíquica e redescobrir-se confirmando o seu valor maior “A Verdade pela
Verdade”.
Ler cada verso é sentir o
abraço da autora.
Como leitor, antes de julgar,
repare na tranquilidade demonstrada e reflita como seria bom se todos fossemos
tão tranquilos no nosso auto julgamento.
António José Sanches
Ficha Técnica
D.L. :
ISBN:
Título: Intimista
Autor: Clara
Penha (Miká)
Capa: Rui
Vogado / Miká
Edição: 2014
Prefácio, dedicatórias e agradecimentos do Livro “Amor de Verão” de Miká Penha
Passou-se na Lagoa de Óbidos,
Foz do Arelho, a praia que sempre amei que sempre frequentei desde que nasci.
Situada no centro de Portugal,
na zona Oeste.
Sociabilizando-me nas férias e fins-de-semana
com os veraneantes, amigos, pescadores, ele apareceu um dia na esplanada onde
eu bebia um sumo fresco na companhia da minha filha, como todos os Don’s Juan’s
que se prezam, tentou e conseguiu conversar comigo, acabando por se sentar a
meu lado, uma palavra mais bem colocada fez-me olhar para os seus olhos de
malandreco e atrevido, e eu necessitada de atenção, deixei-me levar dando meu número
de telefone. Ainda hoje não consegui perceber porque me deixei levar naquela
cantiga, parecia na verdade um homem digno e não um predador,
Este amor durou três longos anos, todo o tempo juntos na sua auto-caravaninha, mas no Inverno mais separados, pois só aos fins-de-semana é que nos encontrávamo-nos, na verdade ele era um Amor de Verão não era um amor de Inverno.
Este amor durou três longos anos, todo o tempo juntos na sua auto-caravaninha, mas no Inverno mais separados, pois só aos fins-de-semana é que nos encontrávamo-nos, na verdade ele era um Amor de Verão não era um amor de Inverno.
Um dia sem querer comecei a
conhecer a mãe dele e mais tarde família e vizinhos, porque tive de começar a
ir a casa dele, a mãe dele teve de chamar a ambulância e levá-lo para o
hospital e ele ligou-me logo pedindo ajuda para lá ir levar os exames e ter com
ele, assim aconteceu e nunca mais o deixei desamparado, pois a mãe velhota e as
filhas no estrangeiro, levou-o a precisar de mim.
E assim correspondi, foram dias
e dias no hospital, correrias e internamentos, cirurgia e quem estava ao lado
dele? EU.
Começou novo Verão a minha
esperança de que tudo se tinha tornado no nosso coração muito mais sério, um
compromisso para toda a vida, pois eu amava-o muito.
Mas para ele a vida amorosa é
só Verão, e tanto fazia ser uma ou outra, demorei tempo a descobrir isso.
Três longos Verões perdidos no
meu coração.
Testemunho
Amor
de verão.
Falar
sobre o trabalho, da Miká, é a um só tempo, viajar, num mar de sonhos,
angústias e frustrações...
Esta
Senhora, a dos poemas, é uma mulher, que sonha ser amada, com verdade...
Com
aquele amor de mulher criança, que tudo dá...tudo quer...tudo sonha...
Amor
de Verão!!!
Poderia
ter sido tão doce.
Nesta
história, entram dois teimosos a fazer braço de ferro, o herói, que não quer
perder a sua liberdade, diz amar, mas apenas gosta.
Ela
a mulher sonhadora, de ideias fixas, ama não dispensa um pedido de namoro, um
noivado... onde o romantismo, seja a nota dominante...
Quer
sonhar ao lado dele. Quer ser esposa...Quer ser amada. Nestas histórias, feitas
em poesia, não podemos deixar de sonhar, junto com a autora, ela leva-nos a um
Amor de Verão...Como todo o amor tem, o sonho,....junto com o desejo de chegar
a bom porto.
Quem
sabe ainda, possa acontecer!
Lurdes Rodrigues
Dedicatórias
Dedico este livro aos sonhos de juventude de todos os veraneantes
que um dia se apaixonaram na Lagoa de Óbidos.
Ao meu Amor de Verão, que me fez voltar a amar, sonhar e sofrer, e
que não passou simplesmente disso mesmo, um amor perdido no Inverno da vida,
dando origem a este pequeno livro, a um sonho meu, que não passou de ser “só
meu”.
Agradecimentos
Mónica Pinto que senti nela o começo do que poderia ter sido uma
grande amizade futura, felicidades a seus lindos filhos.
Dona Rosa que muito me estimou, durante estes três anos.
Ti-Lucília e ao ti-Filipe
um casal de amigos que nunca esquecerei, muito atenciosos e sempre preocupados
comigo.
Sofia Reis, Luis e filhos, todo o carinho que me deram, nestes
Verões.
Paula, Chico e filhos pela amizade veranil que me fizeram sentir.
Ficha Técnica
ISBN:
Título: Intimista
Autor: Clara
Penha (Miká)
Capa: Miká, (Lagoa
de Óbidos)
Imagens: desconhecidas da net
Edição: 2014








