João Paulo Bernardino
BIOGRAFIA
- Publicação do Romance - “A Voz da Emoção” (2015);
- Publicação da Obra Poética - “Coração por Coração” (2016);
- 1º Prémio Literário no Concurso José Fontana -Vida e Obra, em 1990, em Lisboa;
- Menção Honrosa no Prémio Literário Carpe Diem, em 1990, em Alcobaça;
- Menção Honrosa no Prémio Literário Carpe Diem, em 1991, em Alcobaça;
- 1º Prémio X Quinzena Cultural Bancária em Poesia Lírica pelo Sindicato dos Bancários, em 1994;
- 1º Prémio XI Quinzena Cultural Bancária em Poesia Lírica pelo Sindicato dos Bancários, em 1995;
- 1º Prémio Romance no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, em 1996, no Porto;
- 1º Prémio Literário da Editora Papel D’Arroz “Eu tenho Um Sonho”, 2015;
- 2º Prémio Literário da Editora Papel D’Arroz “Ei-los que Partem”, 2015;
- 3º Prémio Literário Florbela Espanca (Associação Palavra Cantada), 2016;
- Participação nas Antologias em prosa “Cartas de Amor”, “Eu tenho um Sonho”, “Receitas Secretas” , “O Futuro está já ali”, “A mulher do Próximo”; “Oh, minha terra, onde nasci..:”;
- Participação nas Antologias em poesia em Portugal: “1ª Antologia Poética Amantes da Poesia”, “Som de Poetas”, “Palavras de Veludo”; “A Lagoa de Óbidos, o Mar e Eu”, “Retrato de Mim”;
- Participação nas Antologias em poesia no Brasil: “Colectânea Grande Baile do Castelo Literário” e “Em todos os ritmos das Poesia”;
- Participação como correspondente literário na “Revista Divulga Escritor” (Brasil);
- Participação no 27º Campeonato Nacional de Escrita Criativa, em Junho 2015;
- Participação no III Encontro de Poetas da Língua Portuguesa, 2016
Dedicatória
À minha mulher Sandra Pereira e à minha
filha Carolina Bernardino. Sem elas, nunca saberia o que é o verdadeiro amor.
Aos meus pais, por tudo o que fizeram por
mim. Serei sempre grato em toda a minha vida.
Aos meus leitores, sem os quais, uma vez
mais, esta obra jamais seria possível.
“O
silêncio do amor é parecido com o barulho que fazem as asas dos anjos quando
cumprem as ordens de Deus.”
in A força do silêncio, Robert Sarah
Emília de Fátima
“Só lhe quero dizer estas
palavras: a simplicidade faz-te e sempre te fará grande. “
Rosa Leite Pereira
“Com a simplicidade das suas
palavras, João Bernardino acrescenta luz e alegria aos meus dias.”
Conceição Peneda
“João Bernardino, o Poeta do
Amor! Para mim, é um privilégio ler os seus poemas que muitas vezes me elevam a
moral. A minha consideração aumenta pelo seu trabalho enquanto escritor e pelo
ser humano que é. A sua leitura aquece o coração e torna-se viciante.”
Gina Garrido
“Com uma simples caneta e
rabiscos num papel, consegue-nos sempre mostrar o amor com doçura e amor no
coração. Através dos seus poemas, acredito que vale a pena continuar a lutar, a
amar e a perdoar, porque a vida é para ser vivida enquanto estivermos nesta
nossa passagem.”
Ana Paula
“Sinto que a sua escrita é
genuína e com um elevado nível humano de educação e respeito.”
Olga Fernandes
“Muitos dos seus poemas são
gritos que guardo no coração. Obrigado. Um grande abraço.”
Maria Silva
“Os seus poemas são um verdadeiro hino ao
Amor. Eu adoro lê-los pois fazem bem à alma e alegram o coração e o espírito.
Continue sempre a deliciar-nos com os seus poemas.”
Maria Clara Oliveira
“Não tenho palavras para
descrever o que sinto ao ler os seus poemas. É tão confortante a doçura como
escreve o Amor: aquece-nos a alma e o coração.”
Gorete Vieira
“As suas palavras são de uma
enorme profundidade no meu coração. Quando as leio sinto que afinal tenho
alguém que conhece muito bem os meus pensamentos e tristezas. A vida tem sido
dura comigo, mas as suas palavras fazem-me sentir que, afinal, vale a pena
continuar a lutar e a amar cada vez mais.”
Manuel Lídia
“Os seus poemas escritos são
magníficos. As palavras levam-nas o vento mas os versos e poemas que pelas suas
mãos são escritos ficam gravados no livro da minha memória. Obrigado e continue
a deliciar-me com essa escrita que é magnífica e linda.”
Maria de Fátima Machado
“João, você é um escritor cheio
de luz e amor. Os seus poemas são uma alma viva. Nos seus poemas, você consegue
pôr uma luz ao fundo do túnel, que é a esperança de qualquer mulher que queira
ser amada. Muito sucesso.”
A Lagarta Pituxa
Ficha Técnica
Título: O OMBRO DO ANJO
Autor: JOÃO PAULO BERNARDINO
Editora e compositora: MP EDIÇÕES
1ª Edição: 2019
DL: 463491/19
ISBN: 978-989-691-876-7
Dedicatória
À minha mulher Sandra Pereira e à minha
filha Carolina Bernardino. Sem elas, jamais saberia o que é o verdadeiro amor.
Aos meus pais, por tudo o que fizeram por
mim. Serei sempre grato em toda a minha vida.
Aos meus leitores, sem os quais esta obra
não seria possível.
Prefácio
“A História não pode ser reescrita infinitamente, até porque cada
reescrita supostamente acrescenta algo que não se sabia ou que se sabia, mas
que se está a interpretar de uma maneira distinta”.
José Saramago in Reis, Carlos (1998),
Diálogos
com José Saramago, Lisboa, Caminho, p.84
Não seria necessário elaborar este ou
qualquer outro prefácio para perceber a enormidade de Consorte de Sangue, pois as palavras que dele fazem parte
são suficientes. É nestas palavras que histórias encontram/revisitam a
História.
Ter sido convidada pelo Autor deste
romance para prefaciar o mesmo envaidece-me por desempenhar tão honrosa tarefa,
mas, ao mesmo tempo, incumbe-me de uma enorme responsabilidade, que, enquanto
amiga e conhecedora das suas outras obras, espero cumprir com esmero.
Consorte
de Sangue, da autoria de João Paulo Bernardino, é um romance que, a meu ver,
contribui para a valorização da História de Portugal, na medida em que nos
oferece uma cuidadosa descrição da sociedade portuguesa do século XVIII,
presente na magnificência da corte portuguesa.
Essa descrição confere à acção um relevo
fundamental na revisitação da História, com a alusão a momentos fulcrais da
vivência da época, como as viagens marítimas para o Brasil, a ascensão de D.
João V, o Magnânimo, a Rei de Portugal, a forma de vestir da monarquia, tempos
faustosos do ouro no Brasil e a venda de escravos no mercado.
Além da História, o romance aborda o
adultério, a ganância e a tentativa de homicídio, alguns destes temas
transversais ao romance todo. O autor vai clarificando o percurso levado a cabo
pelas personagens e para isso serve-se da História como pano de fundo,
assumindo aqui uma nova roupagem, uma reinterpretação, que, na minha opinião,
só a engrandece.
Admiravelmente bem construído, Consorte de Sangue concilia a ficção com
a História de Portugal, reescrevendo-a e atribuindo-lhe, por isso, uma
pertinência indubitável. Conduz o leitor de forma soberba nesse caminho que é o
retornar ao passado do século XVIII. Numa envolvência entre personagens
históricas, agora ficcionadas, e personagens fictícias, construídas para o
efeito, toda a trama é construída de forma sublime.
A preocupação em transportar o leitor
para um tempo passado, verifica-se na habilidade que João Paulo Bernardino tem na
escrita, quer através das descrições pormenorizadas de espaços e personagens,
quer do recurso à linguagem culta do tempo dos reis, particularmente visível na
forma de tratamento entre o monarca e as restantes personagens.
À guisa de conclusão, considero que a
obra é um exemplo do espelho da História refletida na ficção e por isso
recomendo a sua leitura a quem goste de ler, mas particularmente a quem se
interesse pela História de Portugal. Para concluir esta minha apreciação de Consorte de Sangue, estou convicta de
que quem ler esta obra vai decerto dar o seu tempo por bem empregue. Cabe-me
então agora recomendar este romance, certa de que a sua leitura causará no
leitor as mais variadas reacções e que o mesmo será envolvido a cada página
virada.
Marisa
Luciana Alves
Mestre
em Literatura Portuguesa,
Professora
e Escritora
Ficha Técnica
Título: CONSORTE DE SANGUE
Autor: JOÃO PAULO BERNARDINO
Editora: MP Edições
Compositora e capa: Miká Penha
1ª Edição: 2018
DL: 442984/18
ISBN: 978-989-691-752-4
Aos meus pais,
por tudo o que representam
e sempre representarão para mim.
À minha mulher Sandra Pereira
e à minha filha Carolina Bernardino,
pois sem elas jamais saberia o que é o verdadeiro amor.
A todos os meus leitores,
pelo respeito e apoio incondicional
ao meu trabalho enquanto escritor.
A Tânia Antunes, pela beleza dos seus desenhos
que tão bem acarinha este livro.
A Mariza Sorriso, amiga e poetisa brasileira, autora do prefácio
e importante ponte literária entre Portugal/Brasil.
CORAÇÃO POR CORAÇÃO
É com grande gratidão que escrevo para alguém que em tantos momentos me faz companhia com a beleza dos seus poemas. És um presente de Deus em muitas almas, João Bernardino, com uma inspiração envolvida no mais nobre sentimento: a humildade. Ensinas, na maior das simplicidades, os significados mais difíceis de se conquistar: o amor, a alegria e a honestidade. Mereces a minha mais nobre estima. Obrigado por existires. Sucessos. Voa! Mereces. (Maria Silva, Coimbra).
A sua poesia é o espelho da alma, numa linguagem poética que exprime o modo de olhar para a natureza, para o coração, e uma forma diferente da linguagem quotidiana. Que a felicidade e a sorte sejam a sua companhia, nos passos do dia-a-dia. (Rosa Maria Gomes, Viseu).
A sua poesia faz-me bem ao coração. Escreve algumas poesias que até me fazem chorar. São muito sentimentais para mim. (Madalena Pereira, Paris).
Falar de Amor não é para qualquer um. Primeiro tem que se sentir e, hoje em dia, as pessoas têm medo. Muitos Parabéns. (Paula Pinto da Silva, Lisboa).
Palavras preciosas, de uma beleza que toca profundamente a verdadeira essência da minha existência. Palavras de uma subtileza e humildade única, um tesouro no verdadeiro sentido da palavra. AMOR em cada poema escrito pelo amigo. Parabéns! (Rosa Cardoso, Viseu).
Com uma linguagem acessível mas profunda, o escritor João Bernardino " toca-nos" na alma. Faz- nos acreditar que o amor existe, sim! (Paula Pires, Porto).
É tao interessante a sua forma de falar do amor. Palavras simples mas com um sentido bem profundo...como me identifico consigo! Estou Feliz! (Bertilde Sousa, Funchal).
Para mim, um grande poeta. Às vezes parece que um poema seu foi escrito para aquele momento. Tanto nos faz sorrir, como ficamos a pensar. Poeta e amigo João Paulo Bernardino, parabéns e continue sempre inspirado. (Paula Terra, Angra do Heroísmo).
O poeta tem que ser sensível e verdadeiro para falar de amor. E ter muita coragem para desnudar a alma perante desconhecidos. Admiro-o muito por isso, poeta João Paulo Bernardino. (Ironi Jaeger, Brasil).
Porque tudo o que é simples verdadeiramente nos toca e nos encanta, assim é tudo o que escreve. Sempre que o leio fico maravilhada. É simplesmente lindo e apaixonante. O meu desejo é que tenha sempre vontade de escrever porque adoro mesmo muito o que escreve. (Maria Pinto, Funchal).
Não são palavras o que escreve. São sentimentos vestidos por letras que se revelam verdadeiras quando lidas. Minuciosamente escritas são como nuvens repletas de sonhos ao serem interiorizadas. Para mim, revelam sabedoria e muito amor pela vida e por quem ama. Obrigado por permitir-nos acompanhar o seu trabalho. Agradeço a sua humildade para com todo(a)s nós. Muitas felicidades. (Xana Santos, Açores)
A sua poesia é o espelho da alma, numa linguagem poética que exprime o modo de olhar para a natureza, para o coração, para o amor, de uma forma diferente da linguagem quotidiana. Que a felicidade e a sorte sejam a sua companhia (Rosa Maria Gomes, Viseu)
Falar de Amor não é para qualquer um. Primeiro tem que se sentir e hoje em dia as pessoas têm medo. Muitos parabéns João Bernardino, sempre muito grata pela partilha diária dos seus poemas. (Paula Pinto da Silva, Lisboa)
PREFÁCIO
Tenho a honra e a alegria de ler, em primeira vista, os originais de “CORAÇÃO POR CORAÇÃO”, de João Paulo Bernardino.
Recebi com imensa alegria o convite de prefaciar o seu primogénito, não só pela distinção que me coube, mas porque há muito esperávamos a publicação em livro da sua obra poética, acompanhada nas redes sociais por milhares de leitores.
Conheci o escritor há alguns anos quando fui entrevistada por ele para uma revista literária. Logo no primeiro momento percebi que as suas perguntas continham algo especial: eram instigantes. As respostas exigiam considerável raciocínio e deram-me, por isso, a oportunidade de um novo olhar sobre assuntos antes já vivenciados. Tenho externado algumas vezes e torno a repetir que João Bernardino fez uma das melhores entrevistas da minha carreira de cantora e escritora. As interrogações sobressaem-se ao que lemos cotidianamente.
Assim é o seu “CORAÇÃO POR CORAÇÃO”.
O poeta faz-nos olhar para coisas comuns sob novas perspectivas. João Bernardino possui uma maneira simples de falar do amor sem perder a elegância e a majestade nas suas palavras. Embora seja um tema recorrente em poesia, aqui o amor assume forma, cor, textura, alma e magnitude. E, assim, torna-o palpável e acessível, dando oportunidade ao leitor de sentir de perto a paixão em toda a sua intensidade.
Logo no primeiro poema dedicado à sua mãe, no trecho “obrigado por depositares todo esse verdadeiro amor em mim”, revela-nos aquilo que podemos comprovar em tudo o que escreve. Sim, o seu interior mantém um celeiro farto e inesgotável do afecto que recebeu da sua genitora.
João Bernardino não poupa palavras para se declarar à amada, nem se intimida em revelar que é ela “há muito o remédio tomado em sonho”, que “só tu me alimentas a alma e o coração” e ainda, “Oh, meu amor, tu és essa santa alma que me completa”, igualando a mulher a uma verdadeira deusa.
Escreve, de forma directa, palavras que todos sonham um dia ouvir. Por isso, conta com uma gama de leitores aficionados pelos seus poemas, formada na sua maioria pelo público feminino.
O amor é eterno, e, se não o fosse, não seria. Já a paixão, efémera, equivale-se ao amor neste livro. É inegável o seu refinamento e sensualidade ao descrever a intimidade sexual nivelando-a ao êxtase espiritual. Afirma: “O amor é a sagrada biografia dos poetas” e, como mago, deleita-se nas metáforas, transportando-nos ao paraíso, ao mesmo tempo que nos enlaça de volta à esfera corpórea, através da descrição de cenas materiais, tal qual um comandante de uma carruagem imaginativa.
Anuncia a eternidade da paixão e chega a afirmar que embora morram os amantes, aquela permanecerá. Como podemos ler: “E mesmo se o musgo chegar um dia a cobrir os nossos nomes ainda assim sentiremos o fogo desta paixão sobre a pele e os nossos corpos transformarem-se em desejos de mil anos. Então será quando gritarei ÉS MINHA MEU AMOR”.
Em outro poema avalia: “Dizem que só ama de verdade quem o faz em silêncio para que não se limite a liberdade de tão profundo sentimento nem se deixe submergir o amado perante o amante ou o seu contrário”. O autor não mede palavras para se declarar à amada, sem se preocupar com o risco que muitos amantes preferem não correr: o de serem rejeitados após a declaração.
João Bernardino faz amor com a poesia. Descreve com ricas imagens poéticas e intimidade, o seu relacionamento com a família, a natureza, a mulher, o eterno, o céu e as estrelas, o que torna a leitura muito agradável e apaixonante. “CORAÇÃO POR CORAÇÃO” traz de volta o frescor e a intensidade das primeiras paixões e oferece ao leitor uma preparação e abertura para viver um grande amor.
Por fim, esperamos que este livro seja o início de muitas publicações, pois um poeta que escreve, “com a fúria do desejo e a fragrância do cio cravadas na pele até nos vergarmos fascinados pela noite adiante e sentirmos juntos como o amor sempre atravessa os corpos e as estrelas”, não pode guardar para si tamanho encanto.
Agradecida pela deferência, querido amigo.
Rio de Janeiro, 19 de Junho do ano de 2016 até à eternidade.
Mariza Sorriso
Digam o que disserem, ontem, hoje ou amanhã,
e malgrado todos os piores momentos que a vida nos trace,
o AMOR sobreviverá para nos enaltecer.
Basta uma pitada de fé e de coragem
e acreditar que os poetas são os olhos dos anjos...
João Paulo Bernardino



